O cardápio do Hotel 7 Colinas, em Olinda. Para um almoço de trabalho. Para representar Pernambuco no cardápio internacional da MIMO, ops, do hotel. Cozinha internacional. Mas a peixada faz (toda a) diferença.
domingo, 3 de junho de 2012
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Minas é só sabor

Após esta viagem a Minas, terra onde passei dez dias in love, penso que estou pronta para voltar a estes escritos gastronômicos.
Sim, a vida tem me aprontado surpresas: me cambeei para o lado da música - arte na qual sempre fui muito atenta e que, longe das redações, tem dado o "cumê" dos meninos daqui de casa. (Tá vendo, sempre comida!).
Não fico longe dela: a mesa.
Então, nessas idas aos pratos de torresmo fresquinho à pururuca, ao tropeiro suculento, costelinhas de porco, couve refogada no alho e muito, muito tutu à mineira... eis que me deu vontade de escrever linhas saborosas.
Alguns que já me conhecem, sabem que faço o tipo 'comida de mãe'. Portanto, o prato eleito 'o melhor da viagem' foi feito pela mãe do meu amigo-irmão Alessandro (em BH há 12 anos). Suan, ou seja, pedaços nada nobres do porco, cheio de 'osso duro (e delicioso) de roer'. Na mesa ainda tinha uma galinha com batatas e, claro, o velho e bom angu que recebe o caldo como ninguém.
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terça-feira, 1 de junho de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
Polvo na Brasa
Vamos começar?
Hj foi polvo ao alho e na Brasa, no Boteco Maxime.
Acompamento: pirão de peixe e farofa de banana.
Tomei garoto escuro.
Chau.
Hj foi polvo ao alho e na Brasa, no Boteco Maxime.
Acompamento: pirão de peixe e farofa de banana.
Tomei garoto escuro.
Chau.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Em meia hora, fui na casa da minha vó e voltei
Vó Nilda mora no Rio, na Ilha do Governador. E é lá, naquela casinha do subúrbio carioca, de piso de mosaico e plantinhas no jardim, que como a melhor comida do mundo. Quando chego, vovó vai à feira, compra sardinhas e frita, bem fritinha. Na mesa também tem couve ou bertalha refogadas e, claro, feijão preto com farofa. Não há sensação melhor do que estar na casa da minha vó...
...
Aí, sem nem pensar em visitá-la, ontem acabei indo ao Rio de Janeiro. Em meia hora fui e voltei.
Explico:
Lembrei que o carioca-mineiro Tony, da Quitanda de Minas (Rua da Amizade, Graças), havia me dito que estava preparando almoços caseiros diariamente. Ele faz em casa e levas as panelas para pequena lojinha (que vende pimentas, doces, paglia, pão de queijo, bolinhos deliciosos, cafezinho...).
São apenas três mesinhas.
Já era 1 e tanta da tarde e peguei o resto do tacho. Delirei da primeira garfada (que foi uma saladinha de folhas com maçã picada e pimenta biquinho) até o fim do prato de feijão, arroz, farofa (e que farofa!) com filé de coxa recheada de verduras ao molho de laranja.
Muito agradecida, Tony, por me proporcionar tamanha viagem ao preço de R$ 10,50.
...
Aí, sem nem pensar em visitá-la, ontem acabei indo ao Rio de Janeiro. Em meia hora fui e voltei.
Explico:
Lembrei que o carioca-mineiro Tony, da Quitanda de Minas (Rua da Amizade, Graças), havia me dito que estava preparando almoços caseiros diariamente. Ele faz em casa e levas as panelas para pequena lojinha (que vende pimentas, doces, paglia, pão de queijo, bolinhos deliciosos, cafezinho...).
São apenas três mesinhas.
Já era 1 e tanta da tarde e peguei o resto do tacho. Delirei da primeira garfada (que foi uma saladinha de folhas com maçã picada e pimenta biquinho) até o fim do prato de feijão, arroz, farofa (e que farofa!) com filé de coxa recheada de verduras ao molho de laranja.
Muito agradecida, Tony, por me proporcionar tamanha viagem ao preço de R$ 10,50.
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segunda-feira, 27 de julho de 2009
Nem toda comida de shopping é igual
.
Enquanto beberico uma cerveja ultra-mega-gelada, retirada a pouco do meu freezer, e aguardo o risoto com baby beef, palmitos e brócolis secar na panela de barro, lá vai:
Semana passada, recebi o convite para comparecer, quase como cobaia, ao segundo dia do Bistrô Couvert, aberto do shopping center Tacaruna(tb no Recife).
Antes toda cobaia fosse assim...
Como experimentar qualquer coisa sozinho é no mínimo sem graça, levei o amigo-cliente-maestro Forró. Entramos da fila, que tinha clima de novidade. Lá na frente, sempre de bom humor e muitíssimo educado, estava Fernando Torres, um dos sócios da casa. Confesso que assim que cheguei pensei: "Ai, achava que era um lugarzinho reservado, dentro do shopping...".
A expectativa "mais intimista" surgiu porque os outros negócios do grupo Couvert são bem ambientados, agradáveis(os Restaurantes Couvert e o Mercado 153 - este tb no Tacaruna, com espaço próprio e muito simpático). Aí, quando cheguei no Bistrô Couvert, morguei. "Putz, comida de shopping!".
Mas aí já tava lá, Fernando sorrindo, fome... Junção para pedir o prato. Fui de filé mignon (porque acho que o filé mostra bem o pique e competência de uma cozinha) e Forró foi de salmão, acompanhado por cuscuz paulista.
O meu estava uma delícia, mas, obviamente, roubei algumas garfadas do prato do companheiro de mesa e... amei! Tava bom demais!
Pratos com montagem valorizada, harmoniosos em sabores e muitíssimo em conta (em torno de R$ 15, 18).
Saí contente. Aliás, saímos. E, na escada rolante, encontrei Tavinho (amigo de churrascos, praia, caldinhos, ostras e irmão do compadre Rodrigo Lôbo).
Ele: "E aí, comesse lá no Bistrô?"
- Sim. Comi e gostei muito.
"Que ótimo!", disse ele empolgado, para depois soltar que era sócio do negócio.
"Oxe, já havia te dito, Aline. Mas já era a oitava cerveja e acho que tu esqueceu"...
Sim, Tavinho, esqueci. Mas a composição daquele Salmão com cuscuz paulista não vou esquecer nunquinha!
* Tomara que continue assim.
SERVIÇO
Bistrô Couvert
nos shoppings Tacaruna e Recife
Semana passada, recebi o convite para comparecer, quase como cobaia, ao segundo dia do Bistrô Couvert, aberto do shopping center Tacaruna(tb no Recife).
Antes toda cobaia fosse assim...
Como experimentar qualquer coisa sozinho é no mínimo sem graça, levei o amigo-cliente-maestro Forró. Entramos da fila, que tinha clima de novidade. Lá na frente, sempre de bom humor e muitíssimo educado, estava Fernando Torres, um dos sócios da casa. Confesso que assim que cheguei pensei: "Ai, achava que era um lugarzinho reservado, dentro do shopping...".
A expectativa "mais intimista" surgiu porque os outros negócios do grupo Couvert são bem ambientados, agradáveis(os Restaurantes Couvert e o Mercado 153 - este tb no Tacaruna, com espaço próprio e muito simpático). Aí, quando cheguei no Bistrô Couvert, morguei. "Putz, comida de shopping!".
Mas aí já tava lá, Fernando sorrindo, fome... Junção para pedir o prato. Fui de filé mignon (porque acho que o filé mostra bem o pique e competência de uma cozinha) e Forró foi de salmão, acompanhado por cuscuz paulista.
O meu estava uma delícia, mas, obviamente, roubei algumas garfadas do prato do companheiro de mesa e... amei! Tava bom demais!
Pratos com montagem valorizada, harmoniosos em sabores e muitíssimo em conta (em torno de R$ 15, 18).
Saí contente. Aliás, saímos. E, na escada rolante, encontrei Tavinho (amigo de churrascos, praia, caldinhos, ostras e irmão do compadre Rodrigo Lôbo).
Ele: "E aí, comesse lá no Bistrô?"
- Sim. Comi e gostei muito.
"Que ótimo!", disse ele empolgado, para depois soltar que era sócio do negócio.
"Oxe, já havia te dito, Aline. Mas já era a oitava cerveja e acho que tu esqueceu"...
Sim, Tavinho, esqueci. Mas a composição daquele Salmão com cuscuz paulista não vou esquecer nunquinha!
* Tomara que continue assim.
Bistrô Couvert
nos shoppings Tacaruna e Recife
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terça-feira, 21 de julho de 2009
A pimenta de Dona Son
Tom já está com 7 anos e, a primeira vez que foi ao Burgogui, era um bebê,com dois anos, no máximo. Desde aquele tempo, se apaixou pela missoshiru do lugar - que lá não é chamada assim, à moda japonesa. É sopinha mesmo. E a melhor da cidade - feita com pasta de soja, com bastante tofu e cebolinho fresquinho, picado. Tom pega o arroz grudadinho e vai colocando dentro da sopa, aos poucos. Eu, como toda mãe que adora ver o filho bem alimentado, deliro.
Enquanto Tom vai na sopa, ataco o Bibim pab (acho que é assim que escreve!). Trata-se de um risoto coreano (R$ 18,90, para uma pessoa). O arroz vem arrumadinho, ao lado de legumes, shiitake, carne e depois tudo é misturado, na mesa mesmo, com ovo, óleo de gergelim e pimenta. Para acompanhar, kim chi, uma acelga bem picante, apurada com pimentão vermelho, cenoura e pimenta coreana. Simplesmente, delicioso!
...
O prato "cartão de visita" da casa é o churrasco coreano, ou Burgogui. Mas experimente as outras poucas opções do cardápio, com sabores singulares!
As 'criações' tradicionais da culinária coreana são de Sonja Choi, ou Dona Son.
SERVIÇO
Na Rua Venezuela, transversal da rua da Hora (Espinheiro), na esquina do bode Entre Amigos.
Na foto, os acompanhamentos do Burgogui. Este vermelho é o kim chi.
Enquanto Tom vai na sopa, ataco o Bibim pab (acho que é assim que escreve!). Trata-se de um risoto coreano (R$ 18,90, para uma pessoa). O arroz vem arrumadinho, ao lado de legumes, shiitake, carne e depois tudo é misturado, na mesa mesmo, com ovo, óleo de gergelim e pimenta. Para acompanhar, kim chi, uma acelga bem picante, apurada com pimentão vermelho, cenoura e pimenta coreana. Simplesmente, delicioso!
...
O prato "cartão de visita" da casa é o churrasco coreano, ou Burgogui. Mas experimente as outras poucas opções do cardápio, com sabores singulares!
As 'criações' tradicionais da culinária coreana são de Sonja Choi, ou Dona Son.
SERVIÇO
Na Rua Venezuela, transversal da rua da Hora (Espinheiro), na esquina do bode Entre Amigos.
Na foto, os acompanhamentos do Burgogui. Este vermelho é o kim chi.
sábado, 18 de julho de 2009
Sushi doce
.
Não é aquele morango, manga ou goiabada...
É que na maioria dos rodízios de cozinha nipônica do Recife, os "sushimen" tacam um vinagre açucarado demais no arroz. A ideia, acredito, é que você enjoe logo e não dê prejuízo ao estabelecimento dentro dos R$ 20 pagos.
Não é aquele morango, manga ou goiabada...
É que na maioria dos rodízios de cozinha nipônica do Recife, os "sushimen" tacam um vinagre açucarado demais no arroz. A ideia, acredito, é que você enjoe logo e não dê prejuízo ao estabelecimento dentro dos R$ 20 pagos.
Hoje retornei ao Sushilogia, em Casa Forte, na secura de comida japonesa. Difícil sair satisfeita.
Ou será que estou muito amarga?
Sorvete massento
.
Chegamos à Bacana, sorveteria da Praça Pedro Jorge, um clássico da vida olindense, e pedimos, cada um, uma casquinha com duas bolas. Crentes de que iríamos dar conta do desejo de resaborear, remomorar e gostar, um susto: o sorvete estava doce demais, massento demais e sem cremosidade.
Decepção.
Chegamos à Bacana, sorveteria da Praça Pedro Jorge, um clássico da vida olindense, e pedimos, cada um, uma casquinha com duas bolas. Crentes de que iríamos dar conta do desejo de resaborear, remomorar e gostar, um susto: o sorvete estava doce demais, massento demais e sem cremosidade.
Decepção.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Olinda, mar e boa comida
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Tem um lugar em Olinda, aberto a pouco mais de um ano, que considero um dos mais agradáveis recantos gastronômicos da linha Olinda-Recife. Coloco o Capitania no eixo do Recife, porque, sabemos bem, a cidade patrimônio não é lá tentadora para um diversidade de paladar.
Sociedade entre Ada Siqueira e o casal Lou e Jeff Colas - chef africano, mestre em cozinha francesa e delicado o suficiente para fazer delícias com qualquer ingrediente -, o Capitania Bar e Restaurante conta com um cardápio enxuto, com preços mais que justos e simplesmente deliciosos.
...
Ontem fui por lá e me deliciei com o prato Piaba de Ouro (R$ 39, para duas pessoas). São frutos do mar feitos na chapa de ferro, que chega à mesa super quente e espalhando um bom aroma no ar. Servido com arroz branco. Camarões, lagosta, peixe e polvo perfeiros, cada qual no ponto perfeito de cozimento.
O chope estava geladíssimo e a brisa do mar exigiu um casaquinho.
A casa é decorada com bom gosto rústico e leva fotos de uma Olinda bem antiga, do tempo dos meu bisavós e avós. Um "luxo" de lugar.
SERVIÇO
Fica à beira mar, antes da área militar, na divisa entre Bairro Novo e Casa Caiada.
Tem um lugar em Olinda, aberto a pouco mais de um ano, que considero um dos mais agradáveis recantos gastronômicos da linha Olinda-Recife. Coloco o Capitania no eixo do Recife, porque, sabemos bem, a cidade patrimônio não é lá tentadora para um diversidade de paladar.
Sociedade entre Ada Siqueira e o casal Lou e Jeff Colas - chef africano, mestre em cozinha francesa e delicado o suficiente para fazer delícias com qualquer ingrediente -, o Capitania Bar e Restaurante conta com um cardápio enxuto, com preços mais que justos e simplesmente deliciosos.
...
Ontem fui por lá e me deliciei com o prato Piaba de Ouro (R$ 39, para duas pessoas). São frutos do mar feitos na chapa de ferro, que chega à mesa super quente e espalhando um bom aroma no ar. Servido com arroz branco. Camarões, lagosta, peixe e polvo perfeiros, cada qual no ponto perfeito de cozimento.
O chope estava geladíssimo e a brisa do mar exigiu um casaquinho.
A casa é decorada com bom gosto rústico e leva fotos de uma Olinda bem antiga, do tempo dos meu bisavós e avós. Um "luxo" de lugar.
SERVIÇO
Fica à beira mar, antes da área militar, na divisa entre Bairro Novo e Casa Caiada.
obs: As pizzas do Capitania seguem a linha da Maison do Bomfim, tb em Olinda e tb comandada por Jeff Colas. Finas, maravilhosas e baratas. O paninis tb são ótimos!
domingo, 5 de julho de 2009
Kibe de forno com gosto de família
Há tempos não passo por aqui. Não que tenha deixado de comer... Pelo contrário. Como todos os dias e no meio das refeições penso: "putz, vale um post no blog". Mas a vida nos prega incertezas e, uma delas, é a minha inspiração e disposição para escrever beiteirinhas por aqui. Gosto disso: a falta de obrigação.
Só presta se for com apetite, como agora.
Pois bem, dia desses o amigo de redação, jornalista querido, André Dib, presenteou os amigos com um quibe de forno. Receita da avó. Herança síria/ libanesa. Achei muito lindo ele me chamar na cozinha para oferecer o primeiro pedaço. Era um pedacinho de ternura de seu passado familiar.
Muito bom. Um pouco sem sal, mas nada que uma regada de sal com azeite não desse jeito, não foi Dibinho?
Depois, aquele tabule com folhas de hortelã inteiras por cima, deu um toque especial.
E foi assim: comida com gosto de casa e chope tirado na hora. Sim, Serginho, amigo alienígena, tem uma maquininha de chope caseira. Custa R$ 130 no Macro, já fiquei sabendo. Supinpa!
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Comida de terreiro
Quem for ao Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) entre os dias 12 e 14 de junho terá a oportunidade de sentir os aromas e sabores da gastronomia africana com a Mostra Culinária de Terreiro. A abertura do evento, patrocinado pelo Funcultura, acontece na sexta-feira (12), às 19h, com entrada gratuita.
Na área externa do Museu, serão montadas 13 barracas administradas, cada uma delas, por um terreiro de Candomblé representando uma determinada entidade africana, ou seja, um Orixá. Nas barracas serão servidas comidas preparadas durante os rituais religiosos, também conhecidos como Xangô, praticados desde a escravidão.
“No Xangô, cada Orixá tem uma identidade com cores, danças, orações, culinária e proibições específicas. Alguns, por exemplo, como Oxalá, não toleram sal e azeite de dendê. Assim, cada Orixá tem suas oferendas preparadas de forma específica, respeitando-se as restrições dessa divindade”, explica Manoel Papai, babalorixá do terreiro mais antigo em atividade em Pernambuco, o Obá Ogunté.
Entre as iguarias que fazem parte da Mostra, estão o acarajé e o vatapá, já conhecidos dos pernambucanos. No entanto, a maioria dos pratos é restrita ao conhecimento dos frequentadores das cerimônias religiosas realizadas nas Casas de Candomblé, a exemplo do Ekurú que tem na receita o feijão macaça, cebola, camarão e o azeite de dendê.
SERVIÇO
Mostra Culinária de Terreiro
Local: Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 - Graças)
Data: 12 a 14/06
Entrada franca
Abertura
Dia 12/06 (sexta-feira)
Horário: 19h a 21h
Realização do ritual do Origui – Invocações em Orubá entoadas pelo babalorixá e apresentações de cânticos em ritmos africanos com integrantes das comunidades de terreiro
Dias 13 e 14/06
Horário: das 16h às 21h
Apresentações de grupos de afoxés.
Encerramento no dia 14, com toadas em línguas africanas
fonte: Assessoria de comunicação da Fundarpe.
Na área externa do Museu, serão montadas 13 barracas administradas, cada uma delas, por um terreiro de Candomblé representando uma determinada entidade africana, ou seja, um Orixá. Nas barracas serão servidas comidas preparadas durante os rituais religiosos, também conhecidos como Xangô, praticados desde a escravidão.
“No Xangô, cada Orixá tem uma identidade com cores, danças, orações, culinária e proibições específicas. Alguns, por exemplo, como Oxalá, não toleram sal e azeite de dendê. Assim, cada Orixá tem suas oferendas preparadas de forma específica, respeitando-se as restrições dessa divindade”, explica Manoel Papai, babalorixá do terreiro mais antigo em atividade em Pernambuco, o Obá Ogunté.
Entre as iguarias que fazem parte da Mostra, estão o acarajé e o vatapá, já conhecidos dos pernambucanos. No entanto, a maioria dos pratos é restrita ao conhecimento dos frequentadores das cerimônias religiosas realizadas nas Casas de Candomblé, a exemplo do Ekurú que tem na receita o feijão macaça, cebola, camarão e o azeite de dendê.
SERVIÇO
Mostra Culinária de Terreiro
Local: Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 - Graças)
Data: 12 a 14/06
Entrada franca
Abertura
Dia 12/06 (sexta-feira)
Horário: 19h a 21h
Realização do ritual do Origui – Invocações em Orubá entoadas pelo babalorixá e apresentações de cânticos em ritmos africanos com integrantes das comunidades de terreiro
Dias 13 e 14/06
Horário: das 16h às 21h
Apresentações de grupos de afoxés.
Encerramento no dia 14, com toadas em línguas africanas
fonte: Assessoria de comunicação da Fundarpe.
domingo, 31 de maio de 2009
Na mesa de mercado
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Daqui a pouco saio com a família para o mercado da Encruzilhada. Vamos comer um negocinho por lá. Pode ser bode guisado, galinha à cabidela, costelinha de porco ou qualquer outra delícia que a gente só encontra mesmo nesses celeiros populares. Gosto do clima, de gente passando, pandeiro tocando. Boêmios já pra lá de Bagdá, petiscando calabresa.
...
Semana passada sentei na Confraria dos Chifrudos, no Mercado da Madalena, com o amigo e forrozeiro Josildo Sá e seu pai, Agostinho do Acordeon. Entre uma e outra de Luiz Gonzaga, duas lapadinhas de cana e cerveja gelada, comemos o famoso feijão preto com patinho. O bom é, depois de comer a carne, chupar o osso.
...
Hoje, aliás, é o último dia do festival Comedoria de Mercado. O evento dá visibilidade à gastronomia feita nesses pontos de encontro que têm a cara do Recife.
Daqui a pouco saio com a família para o mercado da Encruzilhada. Vamos comer um negocinho por lá. Pode ser bode guisado, galinha à cabidela, costelinha de porco ou qualquer outra delícia que a gente só encontra mesmo nesses celeiros populares. Gosto do clima, de gente passando, pandeiro tocando. Boêmios já pra lá de Bagdá, petiscando calabresa.
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Semana passada sentei na Confraria dos Chifrudos, no Mercado da Madalena, com o amigo e forrozeiro Josildo Sá e seu pai, Agostinho do Acordeon. Entre uma e outra de Luiz Gonzaga, duas lapadinhas de cana e cerveja gelada, comemos o famoso feijão preto com patinho. O bom é, depois de comer a carne, chupar o osso.
...
Hoje, aliás, é o último dia do festival Comedoria de Mercado. O evento dá visibilidade à gastronomia feita nesses pontos de encontro que têm a cara do Recife.
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sábado, 30 de maio de 2009
O ACRE e sua máquina de caldo de cana
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Fui lá. Ainda está fechado ao público. Mas quando estiver prontinho, será uma boa opção para lanchinhos delicados. O Acre é uma loja de multiconceitos, com venda roupas de grifes descoladas, revistas especializadas, tabacaria e com um balcão laqueado branco que servirá de apoio para servir delícias.
Tudo atrente, bonito, de muito bom gosto. Na área de comedoria, o que mais me atraiu foi a máquina para extrair caldo de cana. Uma coisa muito nossa, mas que temos receio de tomar na
rua pela falta de higiene. No Acre, vai ter caldo de cana limpinho!
Tapiocas com recheios difenciados e sanduíches com pães leves são algumas das opções já aprovadas na cozinha, comandada pelo chef Tejinho, e ainda em fase de laboratório. Provei ainda um suco de acerola com gengibre. Saborosíssimo!
Tejinho e Cassio, obrigada pela oportunidade de acompanhar um pouquinho o nascimento do Acre, um lugar sensacional!
O Acre abrirá na próxima semana. Fica na esquina da Rua Capitão Lima com Rua da Aurora, em Santo Amaro. Uma placa em vermelho neon dá o sinal.
Fui lá. Ainda está fechado ao público. Mas quando estiver prontinho, será uma boa opção para lanchinhos delicados. O Acre é uma loja de multiconceitos, com venda roupas de grifes descoladas, revistas especializadas, tabacaria e com um balcão laqueado branco que servirá de apoio para servir delícias.
Tudo atrente, bonito, de muito bom gosto. Na área de comedoria, o que mais me atraiu foi a máquina para extrair caldo de cana. Uma coisa muito nossa, mas que temos receio de tomar na
rua pela falta de higiene. No Acre, vai ter caldo de cana limpinho!Tapiocas com recheios difenciados e sanduíches com pães leves são algumas das opções já aprovadas na cozinha, comandada pelo chef Tejinho, e ainda em fase de laboratório. Provei ainda um suco de acerola com gengibre. Saborosíssimo!
Tejinho e Cassio, obrigada pela oportunidade de acompanhar um pouquinho o nascimento do Acre, um lugar sensacional!
O Acre abrirá na próxima semana. Fica na esquina da Rua Capitão Lima com Rua da Aurora, em Santo Amaro. Uma placa em vermelho neon dá o sinal.
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Wasabi no filé

Comi ontem no Central um filé grelhado com molho de wasabi. A mistura, que pode causar estranheza, é perfeito no paladar. É servido com um fetuccini branco, com um raminho de alecrim. Um prato aromático e surpreendente.
Para quem gosta de wasabi no sashimi e no sushi e topa carne vermelha, deve arriscar no experimento!
O Central fica na Rua Mamede Simões, que fica entre o Parque 13 de maio e a Rua da Assembléia Legislativa.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Para colocar os assuntos em dia
A caixa de email está lotada e acho que deixei alguns leitores com fome. Desculpem-me, comensais sedentos por notícias, estava de folga desta função. A blogueira descansou um pouquinho e volta com novidades. Muitas. Para começar, vamos às pequenas porções:
Gourmet Show
- Neste final de semana no Summerville Gourmet Show (Muro Alto, Porto de Calinhas), Duca Lapenda (Pomodoro Café-PE) e Silvana Muccini (Famiglia Muccini-PB) convidam os hóspedes do resort a um delicioso passeio pela culinária italiana. Sob o tema "Caminhos da Itália" os chefs preparam extraordinárias iguarias como Pastasciutta al mare & montagna (massas especiais aos frutos do mar) e Tortéis a moda Italiana (massa recheada com creme de abóbora e parmesão), pratos que deixarão os visitantes com gosto de quero mais.
Comedoria de Mercado
- O 3º Circuito Comedoria de Mercado se despede do público neste final de semana. Quem ainda não conferiu de perto o festival gastronômico, que une a tradição da culinária regional a atrações musicais variadas, terá uma boa oportunidade até o próximo domingo (31). Os bares participantes do evento, que está movimentando os mercados da Encruzilhada, Madalena, Cordeiro e Boa Vista, oferecem uma comida caseira com qualidade, a um preço atrativo.

Capitão Lima
- Tem novidade no Capitão Lima, em Santo Amaro. O restaurante inaugura amanhã (dia 30, sábado) ambiente com ar condicionado. Quem aparecer para almoçar vai encontrar um cardápio com várias opções de bacalhau (petiscos, entradas e prato principal). Preço promocional para o vinho chileno Concha Y Toro (R$ 28 a garrafa, R$ 6 a taça).
O Capitão Lima funciona de segunda à sábado, para almoço, a partir das 11h30 (Rua do Lima, 102, Santo Amaro). Aceita cartões e vale-refeição Visa. Telefone 3222.5244
Gourmet Show
- Neste final de semana no Summerville Gourmet Show (Muro Alto, Porto de Calinhas), Duca Lapenda (Pomodoro Café-PE) e Silvana Muccini (Famiglia Muccini-PB) convidam os hóspedes do resort a um delicioso passeio pela culinária italiana. Sob o tema "Caminhos da Itália" os chefs preparam extraordinárias iguarias como Pastasciutta al mare & montagna (massas especiais aos frutos do mar) e Tortéis a moda Italiana (massa recheada com creme de abóbora e parmesão), pratos que deixarão os visitantes com gosto de quero mais.
Comedoria de Mercado
- O 3º Circuito Comedoria de Mercado se despede do público neste final de semana. Quem ainda não conferiu de perto o festival gastronômico, que une a tradição da culinária regional a atrações musicais variadas, terá uma boa oportunidade até o próximo domingo (31). Os bares participantes do evento, que está movimentando os mercados da Encruzilhada, Madalena, Cordeiro e Boa Vista, oferecem uma comida caseira com qualidade, a um preço atrativo.

Capitão Lima
- Tem novidade no Capitão Lima, em Santo Amaro. O restaurante inaugura amanhã (dia 30, sábado) ambiente com ar condicionado. Quem aparecer para almoçar vai encontrar um cardápio com várias opções de bacalhau (petiscos, entradas e prato principal). Preço promocional para o vinho chileno Concha Y Toro (R$ 28 a garrafa, R$ 6 a taça).
O Capitão Lima funciona de segunda à sábado, para almoço, a partir das 11h30 (Rua do Lima, 102, Santo Amaro). Aceita cartões e vale-refeição Visa. Telefone 3222.5244
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Veja só como é o Recife...
Leitores que vieram por aqui nos últimos três dias e sentiram falta de novidades,
devo dizer que não sou uma blogueira do tipo vagabunda, que só come, dorme na rede e escreve. Tb trabalho (!), e muito, diga-se de passagem. São dois filhinhos pra criar, gente!
Escrevo este post numa carreira monstra. Mas precisava dizer a minha impressão da festinha de ontem, da Veja Recife.
Achei bonitinha, o bufê de Tatiana Marques muito bom e coisa e tal. Só não entendi a presença do governador Eduardo Campos no evento, se passando a entregar troféus aos "premiados" da gastrô. Oxe.
Outra coisa me chateou e deixo aqui a questão. Por que alguns donos de estabelecimentos que foram indicados e até pagam a tal taxa para estar na Veja Recife não estavam na lista de convidados? Barraram o povo. Que coisa feia, Dona Veja...
Sem contar que ninguém mais aguenta as mesmas indicações, os mesmos prêmios.... Parece até que esses juris não circulam!!!
Depois volto aqui para fazer mais comentários da festinha...
devo dizer que não sou uma blogueira do tipo vagabunda, que só come, dorme na rede e escreve. Tb trabalho (!), e muito, diga-se de passagem. São dois filhinhos pra criar, gente!
Escrevo este post numa carreira monstra. Mas precisava dizer a minha impressão da festinha de ontem, da Veja Recife.
Achei bonitinha, o bufê de Tatiana Marques muito bom e coisa e tal. Só não entendi a presença do governador Eduardo Campos no evento, se passando a entregar troféus aos "premiados" da gastrô. Oxe.
Outra coisa me chateou e deixo aqui a questão. Por que alguns donos de estabelecimentos que foram indicados e até pagam a tal taxa para estar na Veja Recife não estavam na lista de convidados? Barraram o povo. Que coisa feia, Dona Veja...
Sem contar que ninguém mais aguenta as mesmas indicações, os mesmos prêmios.... Parece até que esses juris não circulam!!!
Depois volto aqui para fazer mais comentários da festinha...
sábado, 16 de maio de 2009
Dalva de Oliveira comeu arrumadinho de bacalhau
E eu também. Feito por Mário Francelino, o cara que há mais de meio século mantém seu bar em Porto da Madeira, Beberibe. O Cantinho da Dalva, que até 1969 se chamou Pio XII, é o despejo de fanatismo de Mário pela estrela. Dalva esteve na casa de Mário pelo menos umas três vezes. Contam que ela comia o tal arrumadinho dele.Suculento, bem suculento. Com direito a azeitona verde. Custa R$ 12.
Melhor, inclusive, do que o do "bar do Arrumadinho", em frente ao Sesc de Santo Amaro.
Para os de fora, Arrumadinho é um petisco feito com feijão verde, farofa, verduras picadinhas e carne (normalmente de sol, charque, linguiça ou... bacalhau). O prato chega à mesa todo "arrumadinho", com cada ingrediente em seu devido lugar. Cabe a nós, comensais, desarrumá-lo.
...
"E ela sempre me recebia, na casa de Peri Ribeiro, com uma macarronada", lembra Mário, de boca 'cheia', um tanto íntimo da diva.
No cardápio do Cantinho também há coisas como fritas, camarão na manteiga e carne de sol. Mário cuida da cozinha pessoalmente.
Lugar simples, sem luxo. Mas justo, muito justo e divertido. Sextas, sábados e domingos tem J. Felipe e seu teclado. Repertório: bolero, xote e cumbia!
Aviso às moças: o banheiro não tem privada tradicional. É daquelas, que ficam instaladas rentes ao chão. Para fazer xixi de cócoras ou em pé. Para as não-habilidosas, há um banheiro comum reservado. Peça a chave ao garçom.
SERVIÇO
Avenida Beberibe, 3677 - Porto da Madeira) . Informações: 3444-6101
Marcadores:
Conversa de boteco,
Provado e aprovado
Sem refri, sem fritura

Amo informações que surgem na noite. Na última quarta-feira, aniversário do bar Central, chegaram muitas.De bolo. Mas, obviamente, não lembro de todas. Estava de folga. Sem caneta no bolso. Mas uma delas ficou.
A rua da Aurora, esquina com Capitão Lima, vai ganhar mais um reduto gastronômico: o café bistrô Acre.
A rua da Aurora, esquina com Capitão Lima, vai ganhar mais um reduto gastronômico: o café bistrô Acre.
Gostei da sonoridade... Acre...
O negócio vai ser tocado por Cassio Bonfim e a cozinha criada por Tejinho, duas figuras ilustres do social-club-night-recifense.
Os rapazes parecem empolgados com os conceitos da nova casa:
1) O local terá na decoração um irresistível sofá vermelho
2) Nada de refri ou frituras
3) Espumantes e cervejas especiais estarão certamente no cardápio
4) Clima sofisticaaaado!
Sugeri wi-fi.
Deve abrir semana que vem, se não me falha a memória...
O negócio vai ser tocado por Cassio Bonfim e a cozinha criada por Tejinho, duas figuras ilustres do social-club-night-recifense.
Os rapazes parecem empolgados com os conceitos da nova casa:
1) O local terá na decoração um irresistível sofá vermelho
2) Nada de refri ou frituras
3) Espumantes e cervejas especiais estarão certamente no cardápio
4) Clima sofisticaaaado!
Sugeri wi-fi.
Deve abrir semana que vem, se não me falha a memória...
terça-feira, 12 de maio de 2009
Vegetarianos sim! E com muito sabor
.
Esta vai para o meu novo leitor, Rafael Mattos e sua namorada vegetariana...
Pois bem. Vou dar algumas dicas. Não sou vegetariana, mas de vez em quando meu organismo não tolera carne. Além disso, tenho amigos que "não comem cadáveres" (acho horrível quando falam isso. ui!)
1) O meu preferido: a casa de Hilda. Está num post logo abaixo. Hilda é uma cozinheira de mão cheia, da linha macrobiótica (seu mestre é Tomio Kikushi). Na casa dela, ele recebe um público seleto (normalmente são as mesmas pessoas), mas também está aberta a novos adeptos de uma culinária "integralizante", como defende seus quitutes. Gilberto Gil, inclusive, quando vem ao Recife, só come das comidinhas de Hilda.
Lá, o cardápio é feito por dia. A refeição simples é composta por um gohan de arroz integral (quase sempre cateto) e um pratinho secundário, com alguma pastelaria, vegetais e raízes. No completo adiciona-se sopa. Aí ela faz também o especial, que pode ser um bobó de peixe (lá, peixe entra!), ou a feijoada (nas sextas-feiras). É maravilhosa!!! A refeição completa sai em média R$ 13.
Fica na Oliveira Lima, Boa Vista (uma casa, sem placa na fachada, ao lado do muro do Nóbrega)
2) Na mesma rua, tem o Céu e Terra, que segue a mesma linha macrô. Os pães de lá são deliciosos. Este restaurante, que tem plaquinha na frente, fica logo após uma loja de revelação de fotografias.
3) Tem ainda os restaurantes dos "crentes". Chamo-os assim. Acho que são da Petencostal, não tenho certeza. Há tr~es bons restaurantes self-service, vegetarianos, na cidade. O primeiro é na Av. Norte, um pouco antes da Praça do Rosarinho (sentido subúrbio). O outro é na frente da Faculdade de Direito, no Centro. E o terceiro, por trás da Igreja do Carmo. São bem simples, baratíssimos, populares, mas muito saborosos.
4) Tem o Hare Khrisna, lá na Rua do Lazer, pertinho da Católica. Fica em frente ao templo Hare. Gostoso, mas às vezes condimentados demais.
5) O restaurante de Rejane, que tb é Hare, é muito massa. Fica ali perto da Católica também. Indo pela João de Barros, entra à logo após o sinal da Celpe. É uma casa grande, em tons verdes, do lado direito da rua. É self-service e acho, que de todos que falei até agora, é o mais caprichado. O local oferece até massagem relaxante!
6) Até agora, só dei opções de almoço. Mas, para a night, um cardápio que acho muito bacana é o do bar Central. Há opções de tira-gostos e refeições sem carne alguma. Uma coisa que adoro comer lá é o homus com pita (pasta de grão de bico com pão árabe) e a samosa (pastel indiano). há outras opções. Fica na Mamedes Simões, Boa Vista. É uma rua que fica entre o Parque 13 de Maio e a Rua da Assembleia Legislativa.
Ufa! Acho que tem mais. Como vcs perceberam, não sou boa de endereço, mas acho que pelas referências dá pra chegar.
Boa sorte e bom apetite!
Esta vai para o meu novo leitor, Rafael Mattos e sua namorada vegetariana...Pois bem. Vou dar algumas dicas. Não sou vegetariana, mas de vez em quando meu organismo não tolera carne. Além disso, tenho amigos que "não comem cadáveres" (acho horrível quando falam isso. ui!)
1) O meu preferido: a casa de Hilda. Está num post logo abaixo. Hilda é uma cozinheira de mão cheia, da linha macrobiótica (seu mestre é Tomio Kikushi). Na casa dela, ele recebe um público seleto (normalmente são as mesmas pessoas), mas também está aberta a novos adeptos de uma culinária "integralizante", como defende seus quitutes. Gilberto Gil, inclusive, quando vem ao Recife, só come das comidinhas de Hilda.
Lá, o cardápio é feito por dia. A refeição simples é composta por um gohan de arroz integral (quase sempre cateto) e um pratinho secundário, com alguma pastelaria, vegetais e raízes. No completo adiciona-se sopa. Aí ela faz também o especial, que pode ser um bobó de peixe (lá, peixe entra!), ou a feijoada (nas sextas-feiras). É maravilhosa!!! A refeição completa sai em média R$ 13.
Fica na Oliveira Lima, Boa Vista (uma casa, sem placa na fachada, ao lado do muro do Nóbrega)
2) Na mesma rua, tem o Céu e Terra, que segue a mesma linha macrô. Os pães de lá são deliciosos. Este restaurante, que tem plaquinha na frente, fica logo após uma loja de revelação de fotografias.
3) Tem ainda os restaurantes dos "crentes". Chamo-os assim. Acho que são da Petencostal, não tenho certeza. Há tr~es bons restaurantes self-service, vegetarianos, na cidade. O primeiro é na Av. Norte, um pouco antes da Praça do Rosarinho (sentido subúrbio). O outro é na frente da Faculdade de Direito, no Centro. E o terceiro, por trás da Igreja do Carmo. São bem simples, baratíssimos, populares, mas muito saborosos.
4) Tem o Hare Khrisna, lá na Rua do Lazer, pertinho da Católica. Fica em frente ao templo Hare. Gostoso, mas às vezes condimentados demais.
5) O restaurante de Rejane, que tb é Hare, é muito massa. Fica ali perto da Católica também. Indo pela João de Barros, entra à logo após o sinal da Celpe. É uma casa grande, em tons verdes, do lado direito da rua. É self-service e acho, que de todos que falei até agora, é o mais caprichado. O local oferece até massagem relaxante!
6) Até agora, só dei opções de almoço. Mas, para a night, um cardápio que acho muito bacana é o do bar Central. Há opções de tira-gostos e refeições sem carne alguma. Uma coisa que adoro comer lá é o homus com pita (pasta de grão de bico com pão árabe) e a samosa (pastel indiano). há outras opções. Fica na Mamedes Simões, Boa Vista. É uma rua que fica entre o Parque 13 de Maio e a Rua da Assembleia Legislativa.
Ufa! Acho que tem mais. Como vcs perceberam, não sou boa de endereço, mas acho que pelas referências dá pra chegar.
Boa sorte e bom apetite!
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